quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Amélia de ontem...Marta de hoje

A Amélia do samba que me desculpe, mas a jogadora Marta também é mulher de verdade! Para os que pensam o contrário, que pensem comigo:
Marta já conquistou 3 o prêmios de melhor jogadora da mundo;
Já ganhou 2 medalhas olímpicas, feito que nenhum marmanjo da seleção masculina de futebol conseguiu ainda;
2009: ano que recebeu o seu terceiro prêmio, ano que a mulherada brasileira comemora 30 anos por ter conquistado o direito de pisar nos gramados (até 1979, nenhuma brasileira podia praticar futebol, futsal e nem basebol)...

Não é a toa que Marta também ganhou um samba:
"ôh, Marta
seu futebol é tudo!
ôh, Marta
é a melhor do mundo!"

sábado, 10 de janeiro de 2009

"A Lei e o Crime": uma mistura de Barcellos e Padilha?

Com uma nova produção no ar, A Lei e o Crime, a Record tenta atrair os olhares do público nas noites de segunda feira. O horário escolhido pela emissora, 11 e 15 da noite, é bem estratégico, uma vez que a esa altura os telespectadores da Globo e do SBT já começam a mudar de canal, a "zapiar".

E para conquistar a atenção dos zapiadores de plantão, A Lei e o Crime aposta em uma trama de ação e violência urbana, envolvendo a história do morro com a do asfalto. Somado a isso, a série entrelaça 3 personagens diferentes: um policial sanguinário, um frente de morro e uma delegada ex-sociality. O que todos têm em comum? A ligação, de alguma forma, com a lei e com o crime.

Apesar desses ingredientes, a Record não inovou no atual cenário brasileiro, apenas seguiu uma tendência que tem se fortalecido. A começar pela linguagem, o seriado se assemelha aos livros do jornalista Caco Barcellos, que faz uso de expressões típicas do morro, como "perdeu!", esculacha, não" e "cara comédia".

Linguagem a parte, A Lei e o Crime também encosta em Barcellos com o personagem Nando, que depois de matar o sogro, vira dono de uma favela. Apesar de ser um criminoso, o primeiro capítulo mostrou o lado humano do personagem. O mesmo olhar sobre criminosos já fui usado por Caco Barcellos no livro "Abusado, o Dono do Morro Dona Marta", com a história de vida do traficante Juliano VP. Além disso, quem já leu "Rota 66", outro livro do jornalista, facilmente associará a figura do violento policial Nepomuceno ao policial Romero do seriado, vivido pelo ator Caio Junqueira.


Por falar em Caio Junquiera, não podemos esquecer que o ator fez o filme Tropa de Elite, de José Padilha. No entanto, enquanto no longa Junqueira era o bonzinho Aspira 06, na série o ator é um tipo de "Capitão Nascimento", ou seja, um policial despreparado emocionalmente e que transforma toda ação em ato selvagem.

A semelhança de A Lei e o Crime co Tropa de Elite, contudo, está em algumas cenas do seriado: a mesma cena utilizada por Padilha, em que a arma aparece apontada diretamente para os olhos do público, como se o cano da arma fosse um dedo nos acusando e como se o projétil viesse parar no meio da nossa testa, também foi usada pela série. Sem contar no vários minutos seguidos de muito sangue e agressão física.

Essas comparações, porém, não são uma crítica. Por outro lado, a trilha sonora das cenas de ação e a atuação de alguns atores da série da Record merece algumas leves alfinetadas. Por fim, a pergunta que fica é: será que A Lei e o Crime fará tanto sucesso quanto Barcellos e Padilha?

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Notícia pélvis

Dessa vez é da diretoria!



Hum, sei.



Na mesma matéria, Lula diz que não lê jornais nem sites de notícias, porque tem "problemas de azia". Ai, que piadista esse presidente!

Conclusão: o médico do Lula é o pior do mundo. Não vou nem comentar a parte em que ele diz que é informado através de conversas.

-Ei, presidente, você viu que tá tendo a maior treta no Oriente Médio?
-Hein?
-E a crise, presidente?
-Eu e a Marisa já estamos fazendo aconselhamento matrimonial.


Em tempo: Ei, Lula, me ensina a fazer esse drink Imprensa , que vai ser o maior sucesso no meu curso!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Espetáculos pelo mundo



1947: a ONU aprova a construção do estado de Israel em território reivindicado durante muito tempo pelos judeus. Essa decisão tomada pela Organização das Nações Unidas foi uma tentativa de "indenizar" o povo judeu pelo massacre vivido durante a Segunda Guerra.

Naquela porção de terra, a leste do Mediterrâneo, que atualmente é compartilhada por palestinos e israelenses assistimos o desenvolver-se de uma verdadeira guerra. Toda a humilhação, os ataques e as torturas que os judeus viveram nas mãos dos nazistas, eles transmitem hoje ao povo palestino, cuja ala mais radical, em contrapartida, não aceita a presença do povo judeu em território muçulmano. Sabemos que aquele pedaço de terra representa muito para muitos povos e a guerra dificilmente terá um final próximo.

Enquanto os povos guerreiam, protestos são observados em diversos cantos do mundo. Em Londres, cerca de 10 mil pessoas arremeçaram centenas de sapatos na entrada da residência do primeiro-ministro Gordon Brown, fazendo referência ao protesto de um jornalista iraquiano em Bagdá, que atirou um par de sapatos contra Bush. Protestos das mais diferentes formas também foram realizados nos EUA e em locais como Bruxelas, Haia, Amsterdã e Chipre.

Diante de tudo isso, nos vem a questão: o que sapatos arremessados no primeiro-ministro britânico representam frente à morte de milhares de crianças e mulheres inocentes? Talvez tudo isso seja nada mais que um simples espetáculo, uma mostra de exibicionismo, mas simplesmente não há outra escolha. Havia apenas uma opção: dar o espetáculo ou nada fazer.. eles ficaram com a primeira opção.

Enquanto pessoas que nada têm a ver com a guerra morrem simplesmente porque estavam no lugar errado e no momento errado, outras em outros lugares do mundo vêem-se angustiados pela impotência. Eles apostam em atos e manifestações que, não levando uma solução à guerra, podem, ao menos, mostrar aos responsáveis por ela que ainda existe quem não a tema, ainda há quem realmente se importe com o fim que esses povos em questão terão.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Roberta Close recebe flores de jogador sampaulino

Durante entrevista ao TV Fama, programa da RedeTv, no dia 2 de Janeiro, a famosa transsexual Roberta Close é presentiada com flores. Assim que pegou o buque, a morena retirou o cartão entre as flores e o mostrou para as câmeras. O repórter que entrevistava Close caiu na risada quando viu que o bilhetinho estava assinado como "jogador do S.P.", mas a morena fez uma incrível cara de interrogação.
A última vez que eu vi essa cara foi durante uma cena da novela global A Favorita, em que minha vó ficou sem entender porque o personagem gay Orlandinho brigou com Raley quando este disse que o filho de Céu seria corinthiano. "Ele vai ser sampaulino", protestou o gay saradão, deixando minha vó sem compreender.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Meu 2009

Tenho grandes esperanças para 2009. Nesse ano, quero ter dinheiro. Paz eu já estou até vendendo - pra conseguir o dinheiro e dar uma ajuda à simpatia.
E passei a virada de dourado, comendo lentilha. Se não ficar milionária em 2009, eu desisto.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Lamentável ajuda...


Não é a primeira vez que fenômenos naturais arrasam cidades inteiras, destroem casas, fazem vítimais fatais e geram miséria por onde passam. Assim como em 2006, quando a costa sudeste da Ásia sofreu com os estragos causados pelo Tsunami, neste ano, moradores de cidades como Itajaí e Blumenau, em Santa Catarina, viveram uma catástrofe causada pela chuva.

Frente à enchente que assolou cidades catarinenses e o drama vivido por diversas famílias, pessoas do Brasil inteiro resolveram praticar um ato de solidariedade e fazer doações de alimentos, roupas, brinquedos etc. Apesar do esforço por parte dessas pessoas, grande parte do material não tem chegado àqueles que realmente precisam, pois voluntários que trabalhavam no encaminhamento dos itens doados e alguns soldados do Exército foram flagrados furtando roupas, mantimentos, tênis, entre outros.

É incrível como pessoas como essas têm a coragem de roubar materiais que se tornam essenciais na vida de quem perdeu tudo ou quase tudo com as chuvas. Muitos que não têm onde morar, o que vestir e nem sequer o que comer deixam de ter o direito de receber as doações feitas para eles por pessoas de diversas classes sociais, muitas que a muito custo enviaram sua ajuda. Enquanto ouvimos falar neste lamentável "desvio", recebemos a nota de que um morador de Ilhota que perdeu a casa e cinco parentes durante as chuvas devolveu R$ 20 mil achados em um casaco doado para sua família. É com notícias como essa que ficamos cada vez mais confusos quanto a índole e o caráter do ser humano.